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Diferenças entre edições de "Timbuktu"

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Mali : Timbuktu
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=== História ===
  
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Timbuktu foi fundada por volta de 1100 na proximidade com o Rio Níger, com o propósito de servir as caravanas que traziam sal das minas do deserto do Saara para trocar por ouro e escravos, trazidos do sul por aquele rio. Em 1330, Timbuktu era parte do Império do Mali, que controlava o negócio do sal por ouro em toda a região, estando ligada a Yenné através do comércio do sal, cereais e ouro, e a sua função comercial é acompanhada de uma função militar. Dois séculos mais tarde, Timbuktu atingiu o seu auge, governada pelo Império Songhay, tornando-se uma importante cidade universitária e a capital religiosa dos finais da dinastia Mandingo Askia (1493-1591). Timbuktu, que foi habitada por muçulmanos, cristãos e judeus durante centenas de anos, foi sempre um centro de tolerância religiosa e racial. As culturas locais - songhai, tuaregue, árabe e moura – misturaram-se, mas conservaram as suas distintas tradições. O seu apogeu chegou ao fim no século XVI, quando o exército marroquino destruiu o Império Songhay. O domínio do comércio com África pelos navegadores europeus foi mais uma razão para o declínio de Timbuktu.
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A desertificação e a acumulação de areia trazida pelo vento seco “harmattan” já destruiram a vegetação, o abastecimento em água e muitas estruturas históricas da cidade. Depois de Timbuktu ser inscrita na Lista do Património Mundial em Perigo em 1988, a UNESCO iniciou um programa para conservar e proteger a cidade.
  
 
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Revisão de 17h05min de 11 de abril de 2009

Mesquita de Djingareiber.
Timbuktu (também chamada Tombouctou ou Timbuctu) é uma cidade tuaregue à beira do rio Níger no Mali.

Índice

Entenda

História

Timbuktu foi fundada por volta de 1100 na proximidade com o Rio Níger, com o propósito de servir as caravanas que traziam sal das minas do deserto do Saara para trocar por ouro e escravos, trazidos do sul por aquele rio. Em 1330, Timbuktu era parte do Império do Mali, que controlava o negócio do sal por ouro em toda a região, estando ligada a Yenné através do comércio do sal, cereais e ouro, e a sua função comercial é acompanhada de uma função militar. Dois séculos mais tarde, Timbuktu atingiu o seu auge, governada pelo Império Songhay, tornando-se uma importante cidade universitária e a capital religiosa dos finais da dinastia Mandingo Askia (1493-1591). Timbuktu, que foi habitada por muçulmanos, cristãos e judeus durante centenas de anos, foi sempre um centro de tolerância religiosa e racial. As culturas locais - songhai, tuaregue, árabe e moura – misturaram-se, mas conservaram as suas distintas tradições. O seu apogeu chegou ao fim no século XVI, quando o exército marroquino destruiu o Império Songhay. O domínio do comércio com África pelos navegadores europeus foi mais uma razão para o declínio de Timbuktu.

A desertificação e a acumulação de areia trazida pelo vento seco “harmattan” já destruiram a vegetação, o abastecimento em água e muitas estruturas históricas da cidade. Depois de Timbuktu ser inscrita na Lista do Património Mundial em Perigo em 1988, a UNESCO iniciou um programa para conservar e proteger a cidade.

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