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Diferenças entre edições de "Parque Natural de Montesinho"

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Europa : Península Ibérica : Portugal : Parque Natural de Montesinho
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O '''Parque Natural de Montesinho''' é uma área protegida de [[Portugal]].
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O '''Parque Natural de Montesinho''' é uma área protegida de [[Portugal]] que abrange 75.000 ha.
  
 
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Foi criado em 1979.
  
 
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As Serras de Montesinho e da Coroa ficam dentro do parque. É constítuido por uma série de elevações arredondadas e vales profundos.
'''''[[[[[[FAUNA-]]]]]]''''' A  grande diversidade de habitats, a pouca perturbação e a integração do homem no ambiente tornam o Parque Natural de Montesinho uma área de elevada importância faunística a nível nacional e europeu, quer pela grande diversidade biológica quer pela ocorrência de espécies ameaçadas. Existem 48 espécies de mamíferos, cerca de 70% dos mamíferos terrestres que ocorrem em Portugal, o que corresponde a 26% de todas as espécies da Europa. Pela sua grande importância destacam-se as seguintes :
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Insectívoros - das 8 espécies existentes destacam-se as toupeiras, o ouriço cacheiro e os musaranhos. A Toupeira-de-água ( Galemis pyrenaicus ), espécie endémica  é a mais ameaçada . Tem uma grande influência na cultura popular devido ao uso da sua pele para perfumar as arcas da roupa, de onde lhe vem a designação de “ almíscara” ou “ rata-miscareira”.
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Quirópteros - existem 12 espécies estando 4 em perigo de extinção em Portugal : Morcego-de-ferradura-grande, Morcego-de-ferradura-pequeno, Morcego-rato-grande e Morcego-rato-pequeno.
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? Roedores - existem 12 espécies. Incluem-se os esquilos ( espécie bastante recente ), os ratos e as ratazanas. O rato-dos-lameiros é uma espécie que, em Portugal, só ocorre no P.N.M.
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Artiodáctilos - encontram-se o javali ( Sus scrofa ), o veado ( Cervus elaphus ) e o corço ( Capreolus capreolus ). O veado e o corço têm a sua área de distribuição sobreposta situação única no país, o javali após crescimento acentuado nos últimos anos atingiu agora estabilidade. Socialmente, encontra-se ligado à caça e às festividades dessa actividade  e constitui uma das principais presas selvagens do lobo.  
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Lagomorfos - os coelhos e as lebres formam este grupo. A caça tem reduzido as suas populações nos últimos anos, especialmente as de lebre.
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Carnívoros - com dimensões e hábitos bem diferenciados geralmente são predadores. No P.N.M. existem 12 espécies de carnívoros, 11 nativas e uma introduzida, a geneta. O Lobo-ibérico ( Canis lupus ) e o Lince-ibérico encontram-se Em Perigo de Extinção. O Lobo encontra-se aqui em relativa abundância e estabilidade, devido às boas condições de alimentação e abrigo. Outros carnívoros também ameaçados e que aqui se podem encontrar são o Toirão, a Marta, a Lontra ( Lutra lutra ), o Gato-bravo e a Raposa ( Vulpes vulpes L. ).
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Aves - no P.N.M. existem também cerca de 155 espécies de aves das quais 126 são nidificantes. A zona oriental do P.N.M. é fortemente influenciada pela continentalidade ibérica, e em termos de vegetação a Azinheira domina a paisagem, influenciando as comunidades de aves presentes. Muitas espécies de aves apresentam distribuição localizada devido à especificidade das suas exigências ecológicas e à área restrita dos seus habitats. Um exemplo disto é a Petinha-ribeirinha ( Anthus spinoletta ) cujo único casal nidificante no nosso país se encontra na Lama Grande situada no planalto da Serra de Montesinho. Existem outras espécies associadas às zonas de maior altitude que devido à sua raridade nidificante têm de ser conservadas, como a Petinha-das-árvores ( Anthus trivialis ave ), associada a bosques, o Picanço-de-dorço-vermelho ( Lanius collurio ), o Tordo-comum ( Turdus philomelos ) e o Dom-fafe (Pyrrhula pyrrhula ). Estas espécies pertencem a elementos biogeográficos europeus ou nortenhos. Aparecem ainda outras espécies tais como : o rouxinol, a andorinha-dos-beirais (Delichon urbica ) e a sombria ( Emberiza hortulana ).
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Aves de presa - existem 3 casais confirmados de Águia-real (Aquila chrysaetos ), que nidificam em paredes rochosas e exigem como território de caça vastas áreas  pouco perturbadas pelo homem. A maior população de Tartaranhão-azul ( Circus cyaneus ), ave de presa muito rara tem aqui a sua maior população nacional. Pelo contrário à espécies que se caracterizam-se pela grande abundância e versatilidade ecológica como é o caso da Águia-caçadeira (Circus pygargus ), ave característica dos matos e das zonas cerealíferas. Ocorrem ainda espécies como : a Cegonha-branca ( Ciconia ciconia ), a Cegonha-negra ( Ciconia nigra ), o melódico Mocho-pequeno ( Otus scops ), a Coruja-das-torres, a abundante Felosa-carrasqueira ( Sylvia cantillans ), ave associada a matos e arbustos, a Felosa de Bonelli (Phylloscopus Bonelli ), ave de zonas florestais e a perdiz-cinzenta ( Perdix perdix ).Podemos por tudo isto dizer que o P.N.M. apresenta valores que devem ser preservados e conservados, devendo as aves estar dentro de um plano de desenvolvimento sustentado dos recursos da terra.
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A paisagem varia da alta montanha aos lameiros (onde criam vacas e ovelhas) e às matas.
  
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FLORA- Quanto à vegetação o P.N.M. apresenta uma grande diversidade : sardoais, carvalhais, bosques ripícolas, giestais, urzais, estevais, lameiros, etc., correspondendo a  cada um destes tipos de vegetação a sua flora característica. A vegetação no Parque varia de sul para norte com o clima e a orografia. De sul para norte aumenta a altitude e a precipitação, e as temperaturas médias anuais são mais baixas. A sul encontram-se comunidades de plantas adaptadas à secura como os matos de estevas e os sardoais, que vão sendo substituídas com a altitude pelos carvalhais e matos de urze e carqueja.
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As matas do parque incluem carvalhais, sardoais e soutos, pinheiros e vidoeiros.
Nos sardoais a árvore dominante é o sardão ou a azinheira (Quercus rotundifolia ) aparecendo também o carvalho cerquinho ( Quercus faginea ). Devido ao corte, fogo, pastorícia e  à agricultura, os sardoais foram substituídos em grande parte pelos matos. Nestes matos os arbustos mais característicos são a esteva (Cistus ladanifer), a arçã ( Lavandula stoechas ssp. sampaiana) e o sal puro ( Thymus mastichina ). Os sardoais mais conservados encontram-se nos vales dos rios Maças, Sabor, Baçal e Assureira.
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Nos carvalhais a árvore dominante é o carvalho pardo ou negral ( Quercus pyrenaica ). A maior parte dos carvalhais foram substituídos por campos de cultura, soutos de castanheiros, e mais recentemente por arborizações de pinheiro bravo ( Pinus pinaster ), pinheiro negro ( Pinus nigra ssp. ) e pinheiro silvestre ( Pinus sylvestris). Nas zonas desfavoráveis à agricultura encontram-se áreas de mato onde predominam arbustos como as urzes ( Erica australis e Erica umbellata ), a carqueja (Chamaespartium tridentatum ) e o sargaço ( Halimium allyssoides ). As áreas de carvalhal encontram-se entre o rio Sabor e Tuela.
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Os giestais desenvolvem-se sobre solos profundos em clareiras ou na orla dos carvalhais e sardoais. Nas zonas elevadas os giestais são dominados pela giesta piorneira (Genista florida L. ssp. polygaliphylla) e a menores altitudes são comuns a giestas das vassouras ( Cytisus scoparius) e a giesta negral (Cytisus striatus). Estas espécies têm flôr amarela , mas em habitats mais degradados encontra-se a giesta de flor branca (Cytisus multiflorus).
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Os bosques ripícolas situados ao longo dos rios e ribeiros apresentam formações arbóreas muito importantes na conservação das margens. São utilizados como fonte de lenha e de alimento para o gado no Verão. As árvores mais comuns são o amieiro (Alnus glutinosa ), o freixo (Fraxinus angustifolia), o choupo negro (Populus nigra),o salgueiro ( Salix atrocinera e Salix salvifolia) e a aveleira ( Corylus avelana L. ). 
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Os lameiros são prados naturais permanentes com trevos, azevens, bromus e brisas, utilizados na produção de feno e para o pastoreio de gado bovino. Situam-se nos vales junto às linhas de água , em solos de aluvião. Os lameiros são um exemplo de aproveitamento sustentado dos recursos naturais, mas uma vez abandonados são rapidamente colonizados por plantas arbustivas. 
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Existe no P.N.M. uma flora muito variada devido à sua localização geográfica e à grande variabilidade geológica e climática do norte de Portugal. Nas zonas mais elevadas encontram-se espécies de regiões de clima atlântico como a urze Erica cinerea e a gramínea Agrostis curtisii. Nas áreas de menor altitude do Parque surgem plantas tipicamente mediterrâneas como o trovisco ( Daphne gnidium ), a esteva (Cistus lanadifer ), o sanganho C. salvifolius ) e a gilbardeira (Ruscus aculeatus). 
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Nos carvalhais e sardoais existem espécies que só podem ser encontradas aqui como a betónia bastarda ( Melittis melissophyllum ) e a Festuca elegans. 
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A flora mais importante situa-se entre os rios Sabor e Tuela. Entre as espécies que ocorrem apenas no Parque Natural de Montesinho e arredores destacam-se as violetas ( Viola parvula e Viola bubanii ), a escrofulariácea (Euphrasia hirtella ) e a labiada (Stachys sylvatica). As espécies mais originais e importantes encontram-se sobre as rochas ultrabásicas. Apesar do aspecto desolador da vegetação nestes locais aqui aparecem espécies únicas no mundo (endémicas )  : cravina (Dianthus laricifolius ssp. marizii ), a Anthyllis sampaiana, a Armeria eriophylla, a Arenaria querioides ssp. fontiqueri e o Seseli peixoteanum. Podem ainda ser encontradas outras espécies não endémicas tais como : o feto (Cheilanthes marantae) e a salgadeira ( Allyssum pintidasilvae). Esta ultima espécie confere uma cor amarela aos pousios de cereais durante os meses de Junho e Julho. 
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A conservação da flora no Parque depende da conservação dos sardoais, carvalhais e bosques ripícolas. Actividades humanas como as arborizações, as queimadas, o pisoteio, o pastoreio e a construção quando em excesso e inapropriadas podem comprometer a conservação de flora. O arranque ou a destruição gratuita de plantas , principalmente bulbosas como os narcisos e as orquídeas, podem levar à extinção destas espécies tão importantes para o património natural.
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===Clima===
 
===Clima===

Edição atual desde as 13h20min de 18 de junho de 2008

O Parque Natural de Montesinho é uma área protegida de Portugal que abrange 75.000 ha.

Índice

Entenda[editar]

História[editar]

Foi criado em 1979.

Paisagem[editar]

As Serras de Montesinho e da Coroa ficam dentro do parque. É constítuido por uma série de elevações arredondadas e vales profundos.

A paisagem varia da alta montanha aos lameiros (onde criam vacas e ovelhas) e às matas.

Flora e fauna[editar]

As matas do parque incluem carvalhais, sardoais e soutos, pinheiros e vidoeiros.

Clima[editar]

Chegar[editar]

Taxas e Permissões[editar]

Circule[editar]

Veja[editar]

Faça[editar]

Compre[editar]

Coma[editar]

Beba[editar]

Durma[editar]

Hospedagem[editar]

Experimentem a Estalagem da Senhora da Hera, em Cova da Lua. Localização central no Parque, piscina deliciosa no final dum dia de caminhada, pessoal simpático e comida deliciosa.

Campismo[editar]

Parque de campismo de Rio de Onor - 914716193

No campo[editar]

Segurança[editar]

Partir[editar]

Variantes

Ações

Docentes do destino

Noutras línguas