Ilhas Pitcairn
As Ilhas Pitcairn [1] são um agrupamento remoto de ilhas no Pacífico Sul, longe de qualquer continente e mesmo de outras ilhas habitadas. Elas são a última Colônia Britânica no Pacífico Sul. A acidentada ilha principal foi ocupada pela tripulação amotinada do navio Bounty e pelos polinésios que os acompanhavam, sendo que a maioria dos habitantes da ilha hoje em dia são seus descendentes. Eles formam a entidade de menor população a possuir um código ISO de país. Regiões
Cidades
EntendaPitcairn ou foi habitada ou visitada com freqüência pelos polinésios há muitos séculos, pois há diversas inscrições nas pedras. Foi também visitada durante curtos períodos por exploradores portugueses e britânicos, um dos quais lhe deu o nome. Permaneceu deserta até 1790, quando os tripulantes amotinados do Bounty e seus colegas taitianos se estabeleceram na ilha sob liderança de Fletcher Christian. Eles queimaram e afundaram o navio na baía que recebeu seu nome. O lugar foi escolhido por não haver outro onde o navio (ou o que restou dele) pudesse ser escondido. Foi então fundada uma vila em Pitcairn. De início era uma comunidade sem lei, dominada por bêbados violentos, até que John Adams, o último amotinado a sobreviver, converteu as mulheres e as crianças ao cristianismo. A população permaneceu anônima durante 24 anos, até ser redescoberta pelos britânicos, os quais permitiram a permanência da comunidade. Pitcairn foi a primeira ilha do Pacífico a se tornar colônia britânica, em 1838, e assim permanece até os dias de hoje, como o último vestígio daquele império do Pacífico Sul. O pico populacional aconteceu em 1937, quando chegou a ter 233 habitantes. ChegarO isolamento de Pitcairn, a irregularidade do terreno, a burocracia e a escassez de recursos se juntaram para fazer dali um lugar muito difícil de ser visitado. Qualquer um que queira ficar na ilha por qualquer período de tempo deve requerer uma licença do governador, pois a irregularidade dos transportes implica em ter que ficar na ilha por várias semanas, às vezes meses. Essas licenças exigem atestado de saúde, prova de deixar a ilha ao final da visita, como uma passagem no próximo navio, um mínimo de NZ$300 por semana para cobrir os custos de vida, dentre outras condições, além de uma taxa de NZ$100; a validade da licença é de seis meses. [2] De aviãoNão há pista de pouso nas ilhas, as quais se encontram também fora de alcance dos helicópteros de qualquer outro lugar; logo, voar não é uma opção. A única área plana do local onde caberia apenas uma pista bem curta fica na remota ilha de Henderson, mas nada pode ser construído lá, por ser santuário ecológico e lugar tombado pela UNESCO. O aeroporto mais perto fica em Mangareva nas Ilhas Gambier, a 530 km. De barcoA ilha principal é acessível a turistas por meio de um número pequeno navios de cruzeiro e por iates particulares. Velejando da Polinésia Francesa é relativamente prático; de qualquer outro lugar, como Nova Zelândia ou Chile, significa atravessar milhares de milhas náuticas no Oceano Pacífico.
A ilha localiza-se a meio caminho entre a Nova Zelândia e o Canal do Panamá, próxima à principal rota marítima; então viajar num navio de carga é possível. Contate o escritório de Administração de Pitcairn na Nova Zelândia (tel. +64-9 366-0186) para arranjar passagem (tarifas entre US$800 e US$1000, ida apenas). Não há um cais seguro para navios de médio e grande porte; visitantes acessam a ilha em botes, que chegam à baía de Bounty, enquanto os navios ficam ancorados ao largo. CircularHá apenas uma via pavimentada na ilha principal, que vai da baía de Bount à Adamstown, subindo a Montanha da Dificuldade. A maioria dos caminhos na ilha são trilhas de terra, em geral muito acidentadas. Caminhar ou andar de motorbikes (de 4 rodas) são os principais meios de locomoção; alugam-se bicicletas. FaleInglês é a língua oficial e falada por todos. O pitkern -- mistura de inglês do século 18 com taitiano e gírias de navio (ex. all hands para everyone, todo mundo) -- é falado entre os nativos. Veja
Fazer
ComaHá uma pequena mercearia com produtos importados da Nova Zelândia e da Polinésia Francesa, aberta três dias por semana, durnte uma hora. A cozinha baseia-se em frutos do mar, combinados com banana, batata-doce, batata, feijões, tomate, entre outras especialidades. Há uma grande variedade de frutas plantadas na ilha. BebaÁlcool foi proibido em 1991, mas há uma licença de seis meses de importação para consumo próprio dos turistas mediante uma taxa de NZ$25. Não é possível comprar álcool no local. DurmaQuem ficar mais de um dia na ilha deve arranjar com o prefeito um lugar para dormir; solitários e casais normalmente ficam na casa dos locais; grupos ocupam o lugar do governo conhecido como "The Lodge". É necessário arranjar lugar para ficar antes de obter a licença para visitar a ilha. AprendaTrabalheSegurançaSaúdeRespeiteMantenha contato
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