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São Luís

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Fachada de azulejos em São Luís

São Luís é a capital do estado do Maranhão. Apesar de fundada pelos franceses, foram os portugueses que deixaram na ilha uma genuína cidade colonial lusa, adptada às condições de vida dos trópicos. O seu Centro Histórico, que guarda os testemunhos dessa época, foi incluído na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO por suas características únicas e excepcionais.

Entenda[editar]

Janelas portuguesas no centro histórico

Fundada em 1612 pelos franceses em sua empreitada colonizadora na América do Sul, São Luís foi, apenas três anos mais tarde, tomada por Portugal. A ocupação holandesa nos anos 1600 também durou 3 anos, até ser restaurado o domínio português. No século 19 São Luís havia se tornado a quarta maior cidade do Brasil e abrigava a terceira maior população negra do país. Os quatros séculos de presença lusa deixaram, ao lado das ladeiras e ruas estreitas calçadas de pedras pé-de-moleque e paralelepípedos, um fabuloso conjunto de centenas de edifícios - solares, sobrados e outras construções - que hoje formam um centro histórico cuja arquitetura preserva a história da capital maranhense.

Marca registrada de São Luís, os belos azulejos que revestem as fachadas dos casarões renderam-na o apelido de "cidade dos palácios de porcelana". Outrora utilizados apenas como decoração interior, no Maranhão os azulejos passaram para o lado de fora, onde além de proteger da umidade, refletem o sol intenso dos trópicos e ajudam a conservar mais fresco o interior dos edifícios. Uma original adaptação dos hábitos europeus aos trópicos, o que torna São Luís uma cidade ainda mais única.

Para além da pedra-e-cal, São Luís guarda também muitas tradições e lendas. Nascida do mar e das navegações, a capital preserva modelos e técnicas de construção de embarcações que só são encontradas ali. Festas populares, como o fascinante Bumba-meu-boi e o Tambor de Crioula, misturam costumes medievais portugueses e tradições africanas e indígenas e seguem vivas e presentes na cultura do povo ludovicense - nome dado aos naturais de São Luís.

A cidade tem cerca de 1 milhão de habitantes.

Orientação[editar]

S. Luís ocupa uma pequena parte da grande Ilha de São Luís, onde também ficam outras cidades como São José do Ribamar. A cidade situa-se no encontro entre os rios Bacanga e Anil. O Anil divide a cidade em duas: ao norte fica a parte nova, onde há vários hotéis, praias e restaurantes. Esse lado é ligado à parte mais antiga por duas longas pontes.

Clima[editar]

Como fica a apenas 2,5 graus da linha do equador, faz calor o ano todo na cidade. O verão, que vai de julho a dezembro, é quente e seco. O "inverno" dura de janeiro a junho e é chuvoso.

Feriados[editar]

Além dos feriados nacionais, a cidade também comemora:

  • 8 de setembro - Fundação da cidade
  • 29 de junho - Dia de São Pedro
  • 28 de julho - Adesão do Maranhão à Independência do Brasil
  • 8 de dezembro - Festa da Imaculada Conceição

Informações turísticas[editar]

Há um posto de informações turísticas na Praça Deodoro, no Centro. Funciona de segunda a sexta, de 8h às 19h e nos sábados, de 8h às 13h.

Pelo telefone 3227-8484 também podem ser obtidas informações turísticas.

Chegar[editar]

De avião[editar]

A Azul, a GOL e a TAM têm linhas domésticas regulares para a cidade. O Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (IATA:SLZ; Fone: 3217-6100/3217-6110; fax: 3245-4457) [1] também recebe vôos charter de Portugal, Itália, Alemanha e Espanha. O aeroporto tem locadoras de veículos, bancos, caixas eletrônicos, armários, restaurantes, lanchonentes e outros serviços.

O táxi do aeroporto ao centro, que fica a 15 km de distância, leva cerca de trinta minutos e custa, em média, R$ 40.

De trem[editar]

A cidade possui uma linha de trem de passageiros de/para Parauapebas, no Estado do Pará, a quase 900 km de distância, com várias paradas. Tarifa: R$ 24,00 (econômica) e R$53,00 (executiva); 16 horas de viagem. Até Marabá, R$20,00 e R$44,50, 13 horas e meia de viagem.

De barco[editar]

Ligação de lancha com Alcântara, a 45 min. de viagem. Ligação de ferry-boat com a Baixada Maranhense numa viagem que dura em média 1h30min.

De ônibus/carro[editar]

Os principais acessos se fazem pelas BR-316, que corta o Maranhão de leste a oeste, e BR-135, que chega propriamente a São Luís.

Distância terrestre aproximada entre São Luís e

Circule[editar]

Algumas ruas do centro histórico são fechadas para o trânsito de carros. Na Praia Grande há grandes estacionamentos para deixar o carro e encarar algumas ruas de pedra de lioz,por isso não esqueça aquele tênis ou sapato mais confortável. Quem não conhece a cidade pode se perder com facilidade,por isso prefira os táxis, pois são baratos, seguros e, em regra, veículos novos. Há microônibus com ar condicionado, que a população chama carinhosamente de 'fresquinhos', que ligam vários bairros ao centro.

De ônibus[editar]

A passagem custa R$ 2,60. Valor da passagem permite pegar ônibus de integração através de cinco terminais.

Veja[editar]

Aspecto do Centro Histórico

O Centro Histórico de São Luís tem centenas de construções coloniais que guardam a história e a cultura da capital do Maranhão. A área da Praia Grande, próxima ao Mercado Central, foi revitalizada pelo Projeto Reviver e tem muitos edifícios interessantes.

  • Igreja da Sé - Av. Pedro II - Centro.
  • Palácio dos Leões - Av. Pedro II - Centro.
  • Museu Histórico e Artístico do Maranhão - Rua do Sol, Centro.
  • Convento das Mercês
  • Igreja do Desterro
  • Casa de Nhozinho - Rua Portugal, Centro
  • Fonte do Ribeirão - Rua do Ribeirão, Centro.
  • Fonte das Pedras - Rua Antônio Rayol, Centro, próximo ao Mercado Central.
  • Teatro Arthur Azevedo - Segundo mais antigo do Brasil e um dos mais modernos da América Latina - Rua do Sol, Centro
  • Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho
  • Solar São Luís - Considerado o maior prédio em azulejos da país (tem três pavimentos), foi construído na segunda metade do século XIX. - Rua do Egito, Centro.
  • Museu de Arte Sacra - O acervo, que pertence em parte à Arquidiocese de São Luís, é composto por peças dos séc. XVIII e XIX nos estilos mareirista, rococó, barroco e neoclássico. - Rua do Sol, Centro.
  • Igreja dos Remédios e Praça Gonçalves Dias - Construída em 1719 no estilo gótico, fica na praça Gonçalves Dias, de onde se tem uma das vistas mais bonitas da cidade. - Largo dos Amores, Centro.
  • Cafuá das Mercês - Rua Jacinto Maia, Centro
  • Fundação José Sarney - Reúne obras únicas da história do país, relíquias do tempo de presidência do maranhense José Sarney, presentes oferecidos por outros presidentes, além de um museu que conta sua trajetória de vida. Funciona no Convento das Mercês das 14h às 17h.

Algumas atrações interessantes ficam fora do Centro Histórico:

  • Estaleiro-escola - Sítio Tamancão, às margens do Bacanga em frente ao atracadouro do Portinho. Recém-inaugurado, esse estaleiro abrigará o futuro Museu de Arte Naval Maranhense, mas já tem uma exposição sobre as técnicas artesanais de construção naval típicas do estado. Instalado em um prédio restaurado do século 18, também preserva um moinho de arroz que utilizava a força das marés.
  • Lagoa da Jansen
  • Sítio do Físico
  • Trilhas ecológicas do Maracanã
  • Parque Botânico da Vale

Faça[editar]

Praia do Calhau

Eventos[editar]

  • Festa do Bumba Meu Boi, A festa do Bumba-meu-boi, uma tradição que se mantém desde o século XVIII, arrasta maranhenses e visitantes por todos os cantos de São Luís, nos meses de junho e julho. O bumba meu boi é uma festa para todos, onde os bois se espalham desde as perifeiras da cidade, até os arraiais no centro e nos shoppings. Na parte nova ou antiga da cidade grupos de todo o Estado se reúnem em diversos arraiais para brincar até a madrugada.

O enredo da festa do Bumba-meu-boi: Numa fazenda de gado, Pai Francisco mata um boi de estimação de seu senhor para satisfazer o desejo de sua esposa grávida, Mãe Catirina, que quer comer língua. Quando descobre o sumiço do animal, o senhor fica furioso e, após investigar entre seus escravos e índios, descobre o autor do crime e obriga Pai Francisco a trazer o boi de volta. Pajés e curandeiros são convocados para salvar o escravo e, quando o boi ressuscita urrando, todos participam de uma enorme festa para comemorar o milagre.

Atualmente, existem mais de cem grupos de bumba-meu-boi na cidade de São Luís subdivididos em cinco sotaques. São eles: matraca, zabumba, orquestra, baixada e costa de mão.

  • A Festa de São Pedro, acontece no dia 29 de junho e a Festa de São Pedro acontece com o transporte da imagem do santo em uma romaria em alto-mar e depois por uma procissão até a igreja de São Pedro.
  • A festa de São Marçal, acontece no João Paulo, onde todos os grupos de sotaque de matraca se reúnem para brincar. A festa começa na noite do dia 29 de Junho nos arraiais da cidade e em seguida todos os grupos se dirigem até o João Paulo onde a festa começa ainda na madrugada do dia 30 de junho e só termina no fim do dia. É um espetáculo único.
  • Carnaval. O carnaval de São Luís começa no ínicio de janeiro com o desfile de bandas - compostas principalmente por instrumentos de sopro - que saem às ruas para esquentar os foliões. Além das tradicionais escolas de samba, tribos de índio, casinha da roça e brincadeira de urso, uma das grandes atrações do carnaval da cidade são os diversos blocos que representam aspectos culturais da região:

Fofões: os foliões se vestem com macacões estampados que lembram os palhaços da Comédia Del Arte e usam máscaras inspiradas em filmes de terror.

Blocos Tradicionais: surgidos na década de 50, seus integrantes usam fantasias luxuosas e brincam ao som forte dos tambores com coreografias cadenciadas.

Blocos Afro: inspirados nos grupos afros da Bahia, os blocos Akomabu e Abibimã usam o batuque das músicas para cantar mensagens contra o preconceito e exaltar heróis negros.

Blocos Alternativos: São a versão maranhense do carnaval com trios elétricos e muita música agitada. Letras engraçadas e coreografias animadas deixam a festa muito mais divertida ao som de marchinhas, músicas de duplo sentido e muita maisena na cara. Essa é a cara do carnaval de São Luís.

  • Tambor de Crioula. O Tambor de Crioula é uma dança de origem africana praticada por descendentes de negros no Maranhão em louvor a São Benedito, um dos santos mais populares entre os negros. É uma dança alegre, marcada por muito movimento dos brincantes e muita descontração.

Os motivos que levam os grupos a dançarem o tambor de crioula são variados podendo ser: pagamento de promessa para São Benedito, festa de aniversário, chegada ou despedida de parente ou amigo, comemoração pela vitória de um time de futebol, nascimento de criança, matança de bumba-meu-boi, festa de preto velho ou simples reunião de amigos.

Não existe um dia determinado no calendário para a dança, que pode ser apresentada, preferencialmente, ao ar livre, em qualquer época do ano. Atualmente, o tambor de crioula é dançado com maior freqüência no período carnavalesco e durante os festejos juninos.

A animação é feita com o canto puxado pelos homens com o acompanhamento das mulheres. Toda a marcação dos passos da dança é feita por um conjunto de tambores que os brincantes chamam de parelha.

A coreografia da dança apresenta vibrantes formas de expressão corporal, principalmente pelas mulheres que ressaltam, em movimentos coordenados e harmoniosos, cada parte do corpo (cabeça, ombros, braços, cintura, quadris, pernas e pés). As dançantes se apresentam individualmente no interior de uma roda formada por um grupo de vários brincantes, incluindo dirigentes, dançantes, cantadores e tocadores. Da roda, participam também os acompanhantes do tambor. Todos acompanham o ritmo com palmas.

O Tambor de Crioula apresenta coreografia livre e variada. Durante a dança, os tambores são esquentados na fogueira para que tenham afinação perfeita. Na dança Tambor de Crioula, encontramos uma particularidade que se constitui o ponto mais alto da coreografia da dança: a punga. Quando a brincante está no centro e quer sair, avança em direção a outra companheira, aplicando-lhe a punga, que consiste no toque com a barriga. A que estiver na roda vai para o centro para continuar a brincadeira.

Em 2007, o Tambor de Crioula ganhou o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro.

Atividades[editar]

Praias[editar]

Atenção: As praias do Maranhão apresentam enorme diferença de nível entre as marés baixa e alta, podendo chegar a 8 metros; isso significa que se deve prestar muita atenção quando a maré começar a encher, pois em pouco tempo pode-se ficar ilhado em bancos de areia ou mesmo se afogar.

  • Praia de São Marcos, com surfe. Veja o Forte de São Marcos, construção do séc. 18. - Praia em que os veículos automotores não trafegam pela areia.
  • Praia do Araçagi, com ondas fortes, a 19 km do Centro.
  • Praia de Ponta da Areia, com dunas, coqueiros e pedras na areia.
  • Praia do Calhau - Praia em que os veículos automotores não trafegam pela areia.
  • Praia do Meio - Com ondas fortes. Localizada ao lado da Praia do Araçagi.

Compre[editar]

Entrada da Feira da Praia Grande

Os modelos navais reduzidos - miniaturas de embarcações que se originaram dos ex-votos dos pescadores - são peças típicas do artesanato ludovicense.

Toalhas, redes, tapetes de fibras naturais, rendas e cerâmicas podem ser comprados nos seguintes locais:

  • Centro de Artesanato (CEPRAMA) Tel.: (98) 3222-5632
  • Casa das Tulhas ou Mercado da Praia Grande, no Centro Histórico na Praia Grande.

Coma[editar]

  • Arroz de cuxá
  • Doces de bacuri, buriti, e cupuaçu
  • Juçara
  • Sorvete de côco na beira da praia
  • Torta de camarão e torta de caranguejo
  • Caldeirada
  • Restaurante Senac, Rua de Nazaré, 242 - Centro Histórico. Tel. 98 3198-1100.

Beber e sair[editar]

Muito da vida noturna da cidade se desenvolve no Centro Histórico. Não deixe de visitar o Armazém da Estrela, na Rua da Estrela, um bar-retrô que é um charmoso casarão do Séc. 18 lindamente reformado. Na mesma rua funciona o Chez Moi, com noite temática e música pra todos os estilos.

Mas os muitos barzinhos e restaurantes da Lagoa da Jansen e da Av. Litorânea são de visita obrigatória, pois é lá que os ludovicenses se encontram diariamente. A cachaçaria Buteko tem picanhas,linguiças e um chopp polar. O Por Acaso tem um serviço simpaticíssimo e o charme de ficar por cima de estacas dentro d'água e a bela vista noturna da Lagoa. Agora se você prefere um ambiente romântico e tranquilo, não pode deixar de conhecer o restaurante La Trattoria, onde a verdadeira gastronomia italiana é incrementada com um toque de temperos maranhenses. O restaurante possui uma das mais belas vistas da Lagoa da Jansen, ideal para ser apreciada ao lado de quem se ama.

Se for para dançar, vá à Red Club, gente bonita e boa música do dj residente. Se você prefere uma balada GLS, vá direto na boate Observatório, ou na boate Candy pra curtir o melhor do electro e tribal house.

Em São Luís o reggae, ritmo tipicamente Jamaicano, chegou nos anos 70 pelas rádios caribenhas sintonizadas em ondas curtas ouvidas pela população. Hoje o reggae caiu completamente no gosto popular, com programas nas rádios locais e festas onde os DJs que comandam as radiolas - imensas e potentes paredes de equipamento de som - tocam música de artistas nacionais e estrangeiros. Curiosamente, o reggae no Maranhão também é dançado a dois, "agarradinho" - mais uma das peculiaridades do local. Chama Maré na Ponta D'areia, Bar do Nelson na Av. Litorânea e Bar do Porto no Centro Histórico, são alguns dos lugares onde encontrar reggae de qualidade em São Luís.

Durma[editar]

Econômico[editar]

  • Expresso XXI Saint Louis Endereço: Av. Colares Moreira, Qd 100, lote 4, Renascença. Excelente custo/benefício, excelente localização. Na área nobre, recém inaugurado, próximo a praias, shoppings, e a 4 minutos de ônibus do Centro Histórico. A partir de R$89,00 quarto duplo. Obs: reserve com antecedência, geralmente está sempre lotado.
  • Hotel Premier Bom custo/benefício, boa localização, bom preço. Av dos Holandeses nº 16, Ponta D´areia.
  • Pousada Mirante do Araçagy, rua da Oleama, Quadra 34, Barreira do Araçagy, tel. (98) 3233-0417
  • Pousada Solar dos Nobres, rua de São João, 82, Centro, tel. (98) 3232-5705 Uma pessoa R$ 57.
  • Pousada da Praia, rua dos Magistrados, 10, Olho d' Água , tel. (98) 3248-2047

Médio[editar]

  • Pousada do Francês, rua 7 de Setenbro, 121, Centro, tel. (98) 3231-4844/ Uma pessoa R$ 105.
  • Pousada Portas da Amazônia , Rua do Giz, 129 - Praia Grande. Tel (98) 3222-9937 (e-mail portasdaamazonia@terra.com.br) [2]. Situada em um casarão restaurado numa das mais pitorescas ruas do centro histórico, esta pousada tem quartos confortáveis com ar condicionado, acesso à internet e seu restaurante serve uma das melhores - senão a melhor pizza da cidade. Prefira os quartos que dão para os fundos, pois os virados para a rua podem ser barulhentos especialmente à noite. Duplos R$ 140-160.
  • Boulevard, av. Guajajaras, 1000, Tirirical, tel. (98) 3245-2020
  • Calhau Praia Hotel, av. Litorânea, Quadra 01, Lote 01, Calhau, tel. (98) 3214-4800
  • Praia Mar, av. São Marcos, Ponta d'Areia, tel. (98) 3235-5252

Esbanje[editar]

Mantenha contato[editar]

O código de área de São Luís é 98.

Segurança[editar]

Apesar de ainda ser bastante tranquila, principalmente para uma cidade na faixa de um milhão de habitantes, a exemplo de qualquer grande cidade brasileira, São Luís também requer certos cuidados do turista. O índice de criminalidade é dos menores entre as capitais, mesmo assim evite transitar sozinho por locais ermos à noite, principalmente no Centro histórico após 22h. ou no trecho da Avenida Litorânea entre a divisa de São Marcos e Calhau. Os barzinhos e restaurantes da Litorânea são bem seguros e movimentados, o mesmo ocorrendo com os da Lagoa. Os táxis são bastante seguros e confiáveis.

Cotidiano[editar]

  • Biblioteca

Benedito Leite - Localiza-se na praça Deodoro


Partir[editar]



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