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Rio Grande (Rio Grande do Sul)

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Rio Grande é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.
Catedral de Rio Grande


Entenda[editar]

Rio Grande é a cidade mais antiga da colonização portuguesa do Rio Grande do Sul, tendo sido por muito tempo a capital do estado. Foi fundada em 1737 pelo Brigadeiro José da Silva Pais, e elevada à condição de cidade em 1835. Está situada no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa Mirim, a Lagoa dos Patos (a maior laguna do Brasil) e o Oceano Atlântico. A cidade construiu sua riqueza ao longo de sua história devido à forte movimentação industrial. Ainda hoje é uma das cidades mais ricas do Rio Grande do Sul, e a mais rica da Zona Sul do estado, principalmente devido ao seu porto (o segundo em movimentação de cargas do Brasil), e à sua Refinaria (a cidade é a sede da Refinaria de Petróleo Riograndense, antiga Refinaria Ipiranga). Possui uma área de 2.814 km².

História[editar]

A área de Rio Grande já era demonstrada em mapas holandeses décadas antes da colonização portuguesa na região. Por volta de 1720, açorianos vindos de Laguna chegaram à região de São José do Norte para buscar o gado cimarrón vindo das missões, possibilitando a posterior fundação do Forte Jesus, Maria, José e de Rio Grande, em 1737. Em 1737, uma expedição militar portuguesa a mando de José da Silva Pais foi enviada com o propósito de garantir a possessão das terras situadas ao sul do atual Brasil. Em 17 de fevereiro de 1737, Silva Pais fundou o presídio de Rio Grande, na desembocadura do Rio São Pedro, que liga a Lagoa dos Patos ao Oceano Atlântico. Este presídio (colônia militar) é o Forte Jesus, Maria, José, que constituiu o núcleo da colônia de Rio Grande de São Pedro, fundada oficialmente em maio de 1737. A escolha do lugar, com o estabelecimento de estâncias de gado, permitiu apoiar as comunicações por terra entre Laguna e Colônia do Sacramento. Assim foi fundada a cidade mais antiga do Rio Grande do Sul, de colonização portuguesa, uma vez que no espaço onde hoje compreende o estado do Rio Grande do Sul já existiam os Sete Povos das Missões, de domínio espanhol, sendo que algumas cidades oriundas dessa formação jesuíta existem até hoje. Em 1760, Rio Grande, que até então estava sujeita à Capitania de Santa Catarina, passou a ser a capital da nova Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, dependente do Rio de Janeiro. Em 12 de maio de 1763, o espanhol Pedro de Ceballos (governador de Buenos Aires) invadiu a vila de Rio Grande, conquistando o forte, removendo os portugueses até São José do Norte, na margem oposta a Rio Grande, que também foi ocupada por Ceballos, passando a capital da capitania à população de Viamão, em 1766. Os povoadores portugueses que não fugiram até Porto dos Casais, foram transladados por Ceballos a Maldonado, dando origem ao povoado de São Carlos. Na noite de 6 de julho de 1767, as tropas portuguesas, por ordem do governador da Capitania do Rio Grande do Sul, coronel José Custódio de Sá e Faria, depois de violentos combates, expulsaram os espanhóis de São José do Norte. A permanência dos espanhóis na vila durou até 1º de abril de 1776, data em que o comandante general português de São José do Norte, o alemão Johann Heinrich Bohm, atacou os fortes de Santa Bárbara e Trindade e recuperou a vila com ajuda do sargento maior Rafael Pinto Bandeira.[5] Pedro de Ceballos foi o primeiro vice-rei do Vice-reino do Rio da Prata, e ao ser nomeado, recebeu a ordem de deter a expansão portuguesa. Em princípios de 1777, Ceballos e seus homens recuperaram a Ilha de Santa Catarina, sem disparar um só tiro, ja que a esquadra portuguesa abandonou a ilha. Em 21 de abril, chegou a Montevidéu, onde atacou o Forte de Santa Teresa, no atual departamento uruguaio de Rocha e dirigia-se contra a cidade de Rio Grande, quando recebeu notícias de um tratado de paz assinado entre Espanha e Portugal, que o obrigava a retirar-se da cidade.

Chegar[editar]

De avião[editar]

A cidade possui um aeroporto com vôos diários em alguns horários do dia ligando a cidades próximas e a capital. Pelo fato da cidade não ser uma cidade central, e praticamente todas as rotas de saída da cidade passarem por outros locais como Pelotas, não há grande movimento de aviões na cidade, sendo mais voltado a cidade vizinha e vôos estaduais e internacionais centrados na capital. No site da empresa de aviação pode ser encontrado datas e horários dos vôos!Site

De ônibus[editar]

A cidade por apresentar uma forma de distribuição sendo de grande extenção e pequena largura, tem grandes areas abrangidas constantemente por ônibus, sendo apenas duas empressas de onibus na cidade, sendo que uma é prodominante, disponibilizando um transporte em quase todas as partes da cidade. Sendo que no centro e bairros próximos, a qualidade do serviço costuma ser boa, mas em bairros mais afastados, há menas linhas. A qualidade dos veículos é boa, em grande parte são novos, para movimentações no centro e em pontos turísticos tem um variedade de linhas que atende com uma certa qualidade, sendo apenas muito demorado as linhas, podendo esperar até 45 minutos. O valor da passagem é variavel, dependendo do ônibus se circular, expresso ou viagem, que varia de R$ 2,35 a R$ 5,00 podendo ser pagos em dinheiro ou bilhete eletrônico. No site da empressa de onibus é possivel vereficar os horarios e locais site

A localização de ônibus são em geral marcadas por Pontos de Ônibus cobertos e com assentos, e em locais mais remotos com placas. Como a cidade adota o principio central, todas as linhas de ônibus costumam ser circulares, com sentido destino-centro, sendo que qualquer ônibus que pegar, após o destino levara para o abrigo de ônibus localizado no centro da cidade próximo a grande parte do comércio.

De carro[editar]

A cidade no centro possui uma rede de circulação de qualidade razoável, sendo grande problema a quantidade de carros. Por ser uma cidade centralista, onde grande parte do comércio e trabalho situase no centro, e por apresentar um centro com unicas saidas, apresenta grande movimento de veículos, sendo difícil encontrar locais para estacionamento. A cidade ainda apresenta muitas sinaleiras no parte central, e um esquema de entradas e saidas da cidade organizados, porem não muito pratico, tendo que andar um pouco para poder transitar.

A cidade não possui muitos estacionamento, sendo a grande parte paradas públicas na rua. A cidade é bem sinalizada, porem com poucas alternativas de entrada e saida do centro. Grande parte do movimento situasse na circulação interna, mas para saida da cidade, e destinos como Cassino, Parque Marinha e bairros rurais e afastados não tendo opção de via, sendo unica feita pela extenção da BR 392, Av. Itália, e Presidente Vargas.

A cidade possui um pedágio de entrada situado da ponte de ligação Rio Grande Pelotas.


  • Balneário Cassino, um distrito com status administrativo especial, que tem a maior praia do mundo em extensão.

Faça[editar]

  • Visite a Ilha dos Marinheiros.

Eventos[editar]

Atividades[editar]

Compre[editar]

Coma[editar]

Econômico[editar]

Médio[editar]

Esbanje[editar]

Beba e saia[editar]

Durma[editar]

Econômico[editar]

Hotel Taufik, Rua Gen. Neto, 20, tel. (053) 3231-3755/fax (053) 3232-7657.

Médio[editar]

Hotel Atlântico Cidade, Rua Duque de Caxias, 55, tel. (053) 3231-3833. Hotel Villa Moura, Rua Gen. Neto, 165, (053) 3231-3933.

Esbanje[editar]

Mantenha contato[editar]

Segurança[editar]

Saúde[editar]

Cotidiano[editar]

Partir[editar]


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Ações

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