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Pilar de Goiás

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Pilar de Goiás [1] é uma cidade histórica do noroeste do estado.

Fundada 1741 como Arraial de Nossa Senhora do Pilar, teve seu apogeu no período da mineração do ouro, quando ganhou casarões e igrejas de arquitetura colonial. Com o fim da mineração, passou décadas isolada e chegou a ter apenas 270 moradores em 1950, o que favoreceu a preservação do seu patrimônio histórico.

O seu conjunto urbano e arquitetônico foi tombado pelo IPHAN em 1954, restando hoje algumas construções e bens preservados, como a Casa de Câmara e Cadeia e os famosos Sinos de Pilar.

Tem hoje cerca de 2.800 habitantes (2007).

Chegar[editar]

A cidade fica a 263 km de Goiânia, pela BR-153 e a cerca de 280 km de Brasília, pela GO-080 via Brazlândia.

Circule[editar]

Veja[editar]

  • Casa de Câmara e Cadeia - Considerada a menor casa desse tipo no Brasil.
  • Casa da Princesa ou Casa dos Dutra - Vulgarmente conhecida como Casa da Princesa, No que diz os estudos e documentos da época comprovam que viveu a magestosa Princesa Isabel (Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon) por cerca de 2 semestre,no auge de sua mineraçao por ser uma das maiores do brasil na época.Seu aspecto extremamente luxuoso pelos padrões da época, período em que Pilar se destacava no cenário de Goiás pela maior produção aurífera da província. Pilar produziu em 10 anos, o equivalente a todo o ouro que toda a província de Goiás produziu em um século. Razão pela qual a administração da província se transferia para ela por seis meses do ano. Pertence hoje ao IPHAN e abriga o museu histórico da cidade conhecido como Casa da Princesa. Considerada a construção mais luxuosa do ciclo do ouro em Goiás, o seu interior impressiona pelas pinturas de portas e tetos em gamela. Destacam-se também as rótulas das janelas pelo requinte de sua talha com floreados na parte superior. Representa como construção, a mais importante obra arquitetônica não religiosa do barroco do século XVIII da província de Goiás. Tel. (62) 3371-1087/3339-3120
  • Sinos de Pilar - Fabricados no século XVIII, são os maiores sinos já feitos para uma igreja em Goiás. Pesam, em média, 900 kg e em sua fabricação foi usada uma arroba de ouro. Ficam no campanário construído após o desmoronamento da antiga igreja ao lado da nova Igreja Nossa Senhora de Pilar e seus sons podiam ser ouvidos a mais de uma légua (6 quilômetros) de distância, quando dobravam.
  • Casa de Intendência
  • Casa de Rótulas - preserva as janelas de rótulas, características do estilo arquitetônico da época.
  • Chafariz São José - 1745, único remanescente dos três chafarizes que abasteciam a cidade.
  • Grutas dos Escravos - Guardam um importante acervo de um quilombo da região, o Quilombo de Papuã, localizado na reserva ambiental da cachoeira do Ogó. Na verdade, não são grutas mas, as galerias das antigas minas de ouro de Papuã, abandonadas após o veio de ouro adentrar a camada de rocha de quartzo
  • Igreja de N. Senhora das Mercês ou Igreja dos Pardos - Possui talha barroca no altar-mor em madeira, assim como um púlpito e coro também em madeira. Sua torre sineira lateral com escada exterior é típica das igrejas menores do período em Minas Gerais. Erguida pela irmandade dos pardos é das três igrejas mais importantes do período, a única que guarda maior originalidade e integridade. A igeja da irmandade dos pretos não existe mais e a de Nossa Senhora do Pilar ou da irmandade dos brancos, é apenas uma reunião aleatória de pedaços do que sobrou do antiga igreja.
  • Igreja de Nossa Senhora do Pilar - 1755 - são os restos da antiga igreja, hoje reunidos de forma aleatória, após o desmoronamento daquela que foi a maior igreja da província de Goiás.Para se ter uma idéia de sua grandeza original, possuía originalmente, nove altares enquanto que a matriz de Pirenópolis possuía apenas três. Sua riqueza era descrita por diversos viajantes pelas numerosas peças de ouro e prata. Das peças escultóricas, destacam-se a do Senhor Morto e a da padroeira da cidade.
  • Prainha da Limeira - Antiga lavanderia de roupa das escravas, séc. XIX

Faça[editar]

Eventos[editar]

  • Cavalhadas - Festa do Divino, 50 dias após a Semana Santa
  • Festa de Nossa Senhora do Pilar - Setembro


Compre[editar]

Coma[editar]

Nas festas religiosas são servidas iguarias como o bolo de arroz, uma espécie de bombocado feito de farinha de arroz e melaço de cana e outras tantas quitandas.

Vatapa, palavra pronunciada, sem a sílaba forte no "pa". É uma comida típica de Pilar de Goiás, que nada mais é do que: um angú bem fino de milho, mcom galinha. O VATAPA, feito em Pilar de Goiás, é único. Todavia, é o tipo de comida, que tem que ser reabilitada na região, porque vai se perdendo no tempo. O bolo de arroz, continua mais presente, principalmente nas festas religiosas de Pilar. Todavia, o Vatapa, até onde conheçemos, não é feita em nenhuma outra região do País.

Beber e sair[editar]

Durma[editar]

Partir[editar]




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