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Ouro Preto

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Minas Gerais : Ouro Preto
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O Museu da Inconfidência

Ouro Preto é uma cidade de Minas Gerais. Com sua beleza única e um precioso conjunto de ruas, casas, igrejas e edifícios históricos, foi a primeira cidade brasileira a ser considerada Patrimônio da Humanidade.

Entenda[editar]

Ouro Preto foi a capital da província durante auge da mineração do ouro, nos séculos 17 e 18. Nesse período, foi também o palco da Inconfidência Mineira, uma mobilização a favor da independência da colônia, que culminou na morte de Tiradentes, hoje considerado um herói nacional.

A cidade cresceu em várias direções, adquirindo um traçado tortuoso sobre o relevo acidentado. O centro fica na Praça Tiradentes, um largo onde se encontra o Museu da Inconfidência, instalado no prédio que foi a sede do governo.

Seu conjunto de edificações barrocas, considerado o mais rico da América, encontra-se ameaçado pelo tráfego de veículos pesados (há relatos de acidentes com caminhões desgovernados pelas ruas estreitas e escorregadias da cidade) e a paisagem está se descaracterizando pelo crescimento de bairros nas montanhas fora do centro histórico.

Chegar[editar]

Ouro Preto fica a cerca de 100 Km de Belo Horizonte, 400 Km do Rio de Janeiro e 680 Km de São Paulo.

De Belo Horizonte o caminho mais prático e todo asfaltado é pela BR-040, sentido Rio de Janeiro. Depois de rodar aproximadamente 20 quilômetros, entrar no trevo sentido Ouro Preto (BR-356 - Rodovia dos Inconfidentes) e seguir até a cidade.

Há duas opções para quem sai de São Paulo capital. A primeira é pela BR381 até o trevo para Lavras. A partir daí pegar a BR-265 até Barbacena. Desta cidade acessar a BR-040 sentido Belo Horizonte até Conselheiro Lafaiete. Entrar em Lafaiete e seguir pela Estrada Real (asfaltada), passando por Ouro Branco e finalmente chegando a Ouro Preto. A outra opção é seguir de São Paulo direto para Belo Horizonte (BR-381 - Rodovia Fernão Dias). De Belo Horizonte pegar a BR-040 (sentido Rio de Janeiro) até o trevo para Ouro Preto (Alphaville). A viagem continua pela BR356 (rodovia dos Inconfidentes) até o destino final. Embora no mapa este trecho pareça mais longo, a distância é quase a mesma em relação à primeira alternativa. Isso acontece porque a BR-265 é bastante sinuosa.

Do Rio de Janeiro (capital) o trajeto é quase todo pela BR-040 e passa por Petrópolis, Juiz de Fora, Barbacena, até chegar a Conselheiro Lafaiete. Desta cidade pegar a Estrada Real (asfaltada), passando por Ouro Branco e chegando a Ouro Preto.

Quem vem do Espírito Santo segue pela BR262 até Rio Casca. De lá o percurso é pela MG-329 até Ponte Nova. A partir daí seguir pela MG-262, passando por Mariana e chegando a Ouro Preto.

Os turistas do sudeste de Minas (norte da Zona da Mata mineira) e norte do Rio de Janeiro devem seguir até Viçosa (MG). De lá pegar a BR120 para Ponte Nova. Desta cidade a viagem continua pela MG-262 até Ouro Preto.

De avião[editar]

Os aeroportos mais convenientes são os de Belo Horizonte (principalmente o aeroporto de Confins); de lá, não há ligações diretas com Ouro Preto. É preciso seguir de carro ou ir até a rodoviária de BH e dali continuar de ônibus até a cidade histórica.

De ônibus[editar]

A estação rodoviária fica na Rua Padre Rolim, 661. Tel. 31 3559-3252.

  • De Belo Horizonte, pela empresa Pássaro Verde [1], tel. 31 3201-2687, 2h. 16 saídas diárias.
  • De São Paulo, pela Útil, 2 saídas diárias: 6h45, 23h59, R$94. Vendas pelo site [2].
  • Do Rio de Janeiro, pela Útil, tel. 21 2253-3884. 7h. Uma saída diária às 22h, de R$64,00 a R$100,50
  • De Vitória, pela São Geraldo [3] (27 3223-0407) e Itapemirim (27 3322-8400). 7h30. 3 saídas diárias.
  • De Brasília, pela Pássaro Verde, tel. 61 3223-6658. 12h. Uma saída diária.

De carro[editar]

  • De São Paulo: primeiro deve-se chegar a Belo Horizonte e, de lá, pela BR-040 (JK) por 20 Km, depois BR-356 (Inconfidentes), por mais 80 Km, passando por Amarantina e Cachoeira do Campo.

Circular[editar]

centro histórico da cidade

À pé[editar]

É a melhor forma de conhecer o centro histórico da cidade. Dá para percorrer a pé boa parte da parte antiga da cidade. Por causa dos morros, ladeiras íngremes e do calçamento antigo, no entanto, é preciso ter um pouco de disposição física e pessoas com a mobilidade reduzida podem encontrar dificuldades de locomoção. As ruas e calçadas são bastante escorregadias, portanto um calçado antiderrapante é o ideal.

De ônibus[editar]

Os ônibus servem principalmente os bairros fora do centro histórico e cidades próximas como Mariana.

De carro[editar]

Há poucas vagas e cobrança de rotativo, o que não viabiliza o meio. As ruas também são bastante estreitas e ingrimes, normalmente de mão dupla.

Veja[editar]

  • Casa de Tomás Antônio Gonzaga : nomeado ouvidor (juiz) de Vila Rica, tomou posse em 1782. Em 1788 passou a residir nesta casa. Foi preso acusado de participação na Inconfidência Mineira. Condenado, passou 10 anos de exílio na áfrica. Famoso por ter escrito as liras de "Marília de Dirceu". Nelas relatava sua paixão por Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, que chegou a ser sua noiva. O romance se tornou proibido devido ao envolvimento de Gonzaga com os inconfidentes. De uma das janelas de sua casa acenava escondido para sua musa. Também é atribuída a ele a publicação anônima "Cartas Chilenas", onde ocultamente denunciava os desmandos do ex-governador Cunha Menezes, chamado "Fanfarrão Minésio". Rua Cláudio Manoel (antiga rua do Ouvidor) 61. Horário: segunda a sexta, das 9 às 17:30h.
  • Casa de Cláudio Manuel da Costa : advogado predileto da elite da região. Também desempenhou funções públicas de destaque. Um dos principais nomes do movimento árcade no Brasil, cujo início foi marcado por uma obra sua (Obras Poéticas). Atribui-se a ele a autoria das "Cartas Chilenas", poemas que satirizavam os desmandos do governador Cunha Menezes. Suas ligações com a Inconfidência resultaram na sua prisão. Foi encontrado morto na cela, na Casa dos Contos. As autoridades alegaram suicídio(?).
  • Estação Ferroviária : prédio inaugurado por D.Pedro II em 1889. Atualmente abriga a Prefeitura Municipal de Ouro Preto.

Praça Cesário Alvim.

  • Casa dos Inconfidentes : localizada no morro do Cruzeiro, foi provavelmente local de reuniões dos inconfidentes. Era propriedade do pai de José álvares Maciel, que devia muito à Fazenda Real. Maciel, por sua vez, dependia financeiramente do pai e se tornou um dos mais ativos articuladores do movimento. A construção abriga até hoje alguns móveis de época.
  • Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP) : instituição criada em 1969 por iniciativa do poeta Vinícius de Moraes, do historiador Afonso ávila e da atriz Domitila do Amaral. Tem como objetivo promover e dar incentivo às atividades culturais e turísticas na cidade. Nesta casa funcionam a administração, biblioteca, cursos de história da arte e galeria.

Rua Getúlio Vargas 185.

  • Fórum : localizado na praça Reinaldo Alves de Brito, esquina com a rua Conde de Bobadela (rua Direita). Fica próximo à Casa e chafariz dos Contos.
  • Largo do Rosário : um passeio por este recanto de Ouro Preto é a exata tradução da engenhosidade da arquitetura barroca. Formas se sobrepõem, possibilitando a simbiose perfeita entre o relevo íngreme e os sobrados geminados. As estruturas são sólidas e ao mesmo tempo leves. Paus, pedras e metal combinam-se de forma extraordinária.
  • Casa da Câmara : faz parte do acervo paisagístico da praça Tiradentes. Em 1862 era propriedade do conselheiro José Pedro Dias de Carvalho. Foi adquirido para servir de Câmara, que funciona até hoje no prédio. Atualmente abriga também um posto de informações turísticas.
  • Casa da Ópera (Teatro Municipal) : o mais antigo teatro em funcionamento em toda a América Latina e o primeiro do Brasil. Rua Brigadeiro Musqueira, s/nº.
  • Mirante da Cidade
  • Parque do Itacolomi, acesso pela Rodovia dos Inconfidentes, junto ao trevo da Santa Casa. Tel. 31 8835-7260.
  • Chafariz dos Contos, erguido em 1745, na praça Reinaldo Alves de Brito

Museus[editar]

Fachada lateral da Casa dos Contos
  • Casa dos Contos, rua São José, 12, tel. 31 3551-1444
  • Museu da Inconfidência e o Chafariz da Praça, de 1846, na praça Tiradentes, 139, tel. 31 3551-1121. R$2.
  • Museu de Mineralogia, Praça Tiradentes, 20 - Centro. Tel. 31 3559-1597 / 3559-3119. R$2.
  • Casa Guignard , Rua Conde de Bobadela, 110. Tel. 31 3551-5155.
  • Museu de Arte Sacra, Praça Monsenhor Castilho Barbosa, tel. 31 3551-4736. Fica no subsolo da Igreja Nossa Senhora do Pilar.
  • Museu do Oratório, fica anexo à Igreja Nossa Senhora do Carmo. Tel. 31 3551-5369. R$2.
  • Museu Aleijadinho, anexo à Igreja Nossa Senhora da Conceição. R$3 (estudantes pagam meia).
  • Museu das Reduções, Rua São Gonçalo, 131 - distrito de Amarantina. Funcionamento: das 9:00 às 17:00 h (exceto terça). Tel. 31 3553-5182.

Igrejas[editar]

Ouro Preto tem algumas das igrejas mais impressionantes do país.

  • Matriz N. Sra. do Pilar : o projeto desta igreja, considerada uma das mais requintadas do barroco, é atribuído a Pedro Gomes Chaves. A talha da capela-mor foi executada por Francisco Xavier de Brito. O acervo ainda inclui magnífica talha coberta de ouro e mais de quatrocentos anjos esculpidos. Foram empregados em sua ornamentação cerca de 400 quilos de ouro e 400 de prata. Em anexo, na sacristia, está o Museu de Arte Sacra do Pilar (ver museus). Entrada paga. Praça Monsenhor Castilho Barbosa. Horário: de terça a domingo, das 9 às 10:45h e das 12 às 16:45h.
Fachada da Igreja de Nossa Senhora do Carmo
  • N. Sra. do Carmo : o projeto é de Manoel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho, e sua construção foi entre 1766 e 1772. Era frequentada pela aristocracia de Vila Rica. Também participaram de sua ornamentação Aleijadinho, Manoel da Costa Ataíde, entre outros artistas de renome. Entrada paga. Rua Brigadeiro Musqueira (atrás do Museu da Inconfidência. Horário: de terça a sábado, das 12 às 16:45h, e domingo, das 9:30 às 11h e das 13:30 às 16:45h.
  • N. Sra. do Rosário : é um raro exemplar do barroco mineiro, com sua fachada circular e por isso singular. Sua construção, iniciada em 1785, substituiu primitiva capela. Em contraste com o aspecto externo o interior é bem singelo, com evocação de santos negros. A tradição aponta a escultura de Santa Helena como sendo de Aleijadinho e as imagens de Santo Antônio e São Benedito atribuídas a seu irmão, padre Félix. Largo do Rosário. Horário: de terça a sábado, das 12 às 16:45h, e domingo, das 13 às 15:30h.
Fachada da Igreja de São Francisco de Assis
  • São Francisco de Assis : a mais famosa de Ouro Preto, um dos exemplares mais magníficos do barroco mineiro. Sua construção foi iniciada em 1766. é considerada obra-prima de Aleijadinho, responsável pelo risco geral do prédio, portada, tribuna do altar-mor, altares laterais e capela-mor. São também suas as esculturas da portada e dos púlpitos. Mestre Ataíde conferiu excelência artística ao teto, representando a assunção de Nossa Senhora. A arquitetura desta igreja tem inspiração militar. Entrada paga. Largo de Coimbra. Horário: de terça a domingo, das 8:30 às 11:45h e das 13:30 às 17h.
  • Matriz N. Sra. da Conceição : sua construção se estendeu de 1727 a 1746. O projeto e a execução ficaram a cargo de Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho. Ambos estão enterrados na igreja. Tem em anexo o Museu Aleijadinho. Entrada franca na igreja, não no museu. Praça Antônio Dias. Tel: (0xx31) 3551-3282. Horário: de terça a sábado, das 8:30 às 12:00h e das 13:30 às 17h, e domingo, das 12 às 17h.
A Igreja de São Francisco de Paula vista da Igreja de São José.
  • São Francisco de Paula : foi a última igreja erguida no período colonial, com execução iniciada em 1804. A imagem do padroeiro, que hoje se encontra no Museu Aleijadinho, é atribuída ao mestre. De seu adro se tem uma bela vista da cidade. Rua Padre Rolim. Horário: de terça a sábado, das 9 às 10:45h e das 13:30 às 16:45h, e domingo, das 13 às 16:45h.
  • N. Sra. das Mercês e Perdões (Mercês de Baixo) : edificada entre 1740 e 1772. Passou por reforma em meados do séc. XX. Rua das Mercês. Sem horário fixo de visitação.
  • Santa Efigênia ou de N.Sra. do Rosário do Alto da Cruz : sua construção levou 60 anos (1730-1790). Participou do projeto Manuel Francisco Lisboa, sendo que a talha da capela-mor é de autoria de Francisco Xavier de Brito. Diz a tradição oral que foi edificada graças ao ouro da Mina da Encardideira, adquirida por Chico Rei. Na fachada estão os relógios de pedra considerados os mais antigos da cidade. O adro é também um belo mirante, com vista para o bairro de Antônio Dias. Possui rico interior. Na pintura do teto pode ser visto um papa negro. Rua Santa Efigênia. Horário: de terça a domingo, das 8:30 às 16:30h.
Igreja Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia
  • N. Sra. das Mercês e Misericórdia (Mercês de Cima) : igreja construída entre 1771 e 1793. A torre central foi projeto de Manuel Francisco de Araújo. Rua Padre Rolim. Visitação: sem horário fixo.
  • São José : pertencia à irmandade que reunia vários artistas. O risco do retábulo da capela-mor e da torre são de Aleijadinho. Erguida entre 1730 e 1811. Rua Teixeira Amaral. Visitação: sem horário fixo.
  • Bom Jesus de Matozinhos ou São Miguel e Almas : sua construção se deu por volta de 1778. Na porta principal - coroamento - a imagem de São Miguel Arcanjo é supostamente de Aleijadinho. No interior as pinturas da ceia e da crucificação são de Mestre Ataíde. Rua Alvarenga Peixoto. Horário: de segunda a sábado, das 13 às 16:45h.
  • Capela São João Batista : é o mais antigo templo de Ouro Preto, construído por determinação do bandeirante Antônio Dias em 1698. No local foi rezada a primeira missa pelo padre Faria. Localizada no alto do morro do Ouro Fino. Construção em canga. Visitação: sem horário fixo.
  • Capela N. Sra. do Rosário dos Brancos ou do Padre Faria : é conhecida pelo nome do padre que rezou a primeira missa na região. A singela fachada contrasta com o rico interior, confeccionado em 1740 pela irmandade dos brancos. Contudo sua construção é bem anterior: data de 1710. Destaque para a cruz pontifical de 1756. Horário: terça a domingo, das 8:30 às 16:30h.
  • Capela N. Sra. das Dores : a primitiva capela foi construída por volta de 1780, pela irmandade de N. Sra. das Dores e Calvário. A atual construção data de 1835, mas por falta de documentação desconhece-se o autor do projeto. Possui imagem de N. Sra. das Dores, originária da cidade portuguesa de Braga. Destaque também para uma banqueta com seis castiçais de talha dourada e duas mesas D. João V utilizadas para os ofícios divinos. Monumento tombado pelo Iphan em 1939. Em restauração. Rua Dr. Tenente Pereira – Bairro Antônio Dias.
  • Capela de Santana : erguida antes de 1720, próxima às antigas minas de ouro. A região do morro de Santana era densamente povoada no início do século XVIII. Visitação: sem horário fixo.
  • Capela de São Sebastião : localizada no morro de São Sebastião. Data da primeira metade do séc. XVIII.
  • Capela de Bom Jesus das Flores (Taquaral) : singela capela construída por volta de 1748. Localizada no bairro Taquaral (saída para Mariana). Visitação: sem horário fixo.

Minas[editar]

  • Mina da Passagem , Passagem de Mariana, Tel: 31 3557-5001,[4] Email. R$25.
  • Mina do Chico Rei, rua Dom Silvério, 108, tel. 31 3552-2866. R$10 (meia para estudantes)
  • Mina Velha, R$10.
  • Mina Jeje, R$15.

Outras localidades[editar]

  • Cachoeira do Brumado

Faça[editar]

Carnaval em Ouro Preto
  • O Carnaval de Ouro Preto é muito animado por conta dos estudantes, mas a cidade perde um pouco o clima tranquilo de cidade histórica.
  • Na Semana Santa, as ruas entre as matrizes de Antônio Dias e do Pilar são cobertas com um belo tapete feito de flores e serragem pela população. Interessantes procissões, lembrando a morte de Jesus Cristo, acontecem pela cidade.
  • No Festival de Inverno, que acontece em Julho, a Universidade Federal de Ouro Preto tem uma programação cultural que dura quase o mês inteiro, com oficinas, shows, teatro e outras atrações culturais. A programação pode ser encontrada no website da universidade, www.ufop.br
  • A Festa do 12, reúne milhares de pessoas na cidade mineira, sempre no mês de outubro. O evento comemora a fundação da tradicionalíssima Escola de Minas e Metalúrgia da Universidade Federal de Ouro Preto. Essa escola possui uma relevante história política dentro do país. A Escola de Minas foi idealizada por Dom Pedro II e fundada, em 1876, pelo cientista Claude Henri Gorceix. Além de trabalhar na gestão de empresas mineradoras por todo o país, os muitos engenheiros que por lá se formaram assumiram cargos burocráticos, tanto em Minas Gerais quanto no governo federal. Graças às colaborações desses ex-alunos, as repúblicas costumam contar com boas estruturas para acolher convidados e para realizar festas por dias e dias (o que acontece no carnaval). A Festa de 12 era inicialmente uma confraternização de ex-alunos, organizada pelo centro acadêmico do curso de engenharia. Com o tempo, as repúblicas assumiram a organização do evento e não são mais só os ex-alunos que todo ano vão comemorar essa tradição na cidade (embora a maioria não esteja lá por saber o motivo da celebração). Assim como no carnaval, as festas acontecem em locais diferentes simultaneamente. Enquanto são realizados alguns shows abertos para todo o público na Praça Tiradentes, dentro de cada república há as comemorações restritas aos moradores e seus convidados.

Trabalhe[editar]

Compre[editar]

Belíssimas jóias são encontradas em Ouro Preto, graças à imensa variedade e qualidade das pedras. Para quem gosta de artesanato, não deixe de comprar (ou mesmo admirar) os trabalhos em pedra sabão e madeira.

Coma[editar]

Econômico[editar]

Médio[editar]

  • Acaso 85, Largo do Rosário, 85 - Centro. Tel. 31 3551-2397. Instalado no porão de uma construção próxima à Igreja do Rosário. Serve excelente comida mineira além de um ambiente extremamente acolhedor.
  • Restaurante Máximus Colonial, Rua Direita, 151 - Centro, Tel.: 31 9914-1209. Um excelente restaurante com comida típica mineira. Comida cozinhada em panela de pedra e fogão a lenha. Gasto médio com refeição para 3 pessoas: R$55,00. Pagamento em dinheiro somente.
  • Janela do Rosário, Rua Gabriel Santos, 16 - Centro Histórico. Tel. 31 3551-3132.
  • Piacere, R. Getúlio Vargas, 241, tel. 31 3551-4297. Italiano delicioso.
  • Pau a Pique ou Bar do Vitório, Ladeira Américo Inácio, 91, próximo a Ponte José Vieira, no Alto da Cruz. - O bar oferece todos os dias petiscos como lingüiça caipira, chouriço, pato com arroz, suã com arroz, torresmo da roça, carne cozida, canjiquinha, galopé e muito mais. O Pau a Pique Bar, ou Bar do Vitório abre todos os dias, a partir da 15 horas, sem hora pra fechar.

Esbanje[editar]

  • Senhora do Rosário[5], Rua Getúlio Vargas, 270. Tel. 31 3551-5200.
  • Bené da Flauta [6], Rua São Francisco, 32. Tel. 31 3551-1036.
  • O Passo, Rua São José, 56. Tel. 31 3552-5089.

Beba e saia[editar]

  • Café e Restaurante Deguste, Rua Coronel Alves, 15, Centro, Tel.: 31 3551-633. Localizada perto da Igreja do Carmo e do Teatro Municipal, possui almoço com buffet de comidas típicas e jantar a la carte.
  • Booze Bar Café, Rua Direita 42, Tel.: 31 3551-1482. Localizada ao lado da Praça Tiradentes. Possui música ao vivo.
  • Restaurante Casa do Ouvidor Rua Conde de Bobadella 42. Tel.: 31 3551-2141. Aceita a maioria dos cartões de crédito e débito.

Durma[editar]

Econômico[editar]

  • Pousada Itacolomi, Unidade I, Rua Antônio Pereira, 43 - Centro, tel/fax: 31 3551 2891, contato@pousadaitacolomi.com.br.
  • Brumas Hostel (Albergue da Juventude), Rua Padre José Marcus Penna, 68, tel. 31 3551-2944 /6745, Brumas Email, [7]. O Brumas Hostel está em excelente localização, no Sítio Histórico, a 150m da rodoviária. Além disso as instalações proporcionam a melhor vista panorâmica da cidade. Fácil acesso ao centro comercial de Ouro Preto, bancos e centro histórico. O Albergue possui conzinha ampla para que os hóspedes possam cozinhar a vontade, além de churrasqueira comunal.

Médio[editar]

  • Hotel Solar de Maria, Rua Tomé Afonso, 111 - Água Limpa. Tel. 31 3551-3150, [8]
  • Pousada Solar da Ópera, R. Conde de Bobadela, 79, tel. 31 3551-6844, [9]

Esbanje[editar]

  • Grande Hotel de Ouro Preto[10], Rua das Flores, 164 - Centro. Tel. 31 3551-1488.
  • Hotel Solar do Rosário[11], Rua Getúlio Vargas, 270 (Lg. do Rosário), tel. 31 3551-5200.
  • Pousada do Mondego[12], Largo de Coimbra, 38. Tel. 31 3551-2040.

Mantenha contato[editar]

O código de área (DDD) é 31.

Segurança[editar]

  • Delegacia de Polícia Civil, Av. Juscelino Kubitschek, 63 - Bauxita. Tel. 31 3551-3222 e 3551-3076.
  • Polícia Militar, Rua Henrique Adeodato, 174. Tel. 190
  • Corpo de Bombeiros, Rua Conselheiro Quintiliano, 193 - Lajes. Tel. 193 / 31 3559-3308 / 3559-3330

Saúde[editar]

Hospitais:

  • Santa Casa de Misericórdia, Rua José Moringa, 620 (perto do trevo do Itacolomi - bairro Bauxita). Tel. 31 3551-1133.
  • Unidade de Pronto Atendimento, Rua Mecânico José Português, s/nº. Tel. 31 3559-3255.

Cotidiano[editar]

Respeite[editar]

  • Não é permitido fotografar interiores de museus e igrejas.
  • Utilize calçados apropriados para caminhar em terrenos íngremes, afinal a cidade possui inúmeras ladeiras.
  • Deixe o carro no hotel e ande a pé, pois assim conhece-se a cidade melhor.

Partir[editar]

Partindo de Ouro Preto, não deixe de visitar:

  • Mariana. Essa cidade vizinha foi a primeira capital de Minas Gerais. É possível visitá-la indo de trem turístico, o chamado Trem da Vale, que circula às quintas, sextas, finais de semana e feriados nacionais. Saídas de Ouro Preto às 10h e 16h. Saídas de Mariana às 9h e 14h. Duração 55 min. Tarifas: R$ 18,00 ida e R$ 30,00 ida e volta (meia para estudantes).
  • Congonhas
  • Lavras Novas
  • Nossa Senhora da Lapa


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