Egipto

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Localização
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Bandeira
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Informações Básicas
Capital Cairo
Governo República
Moeda Libra egípcia (EGP) (LE / £E)
Área total: 1,001.450 km2
terra: 995.450 km2
água: 6.000 km2
População 78.887.007(est. Julho 2006)
Idioma Árabe (oficial), inglês e francês
Religião Muçulmanos (principalmente sunitas) 90%, cristãos e outros 10%
Eletricidade 220V/50Hz
Código telefônico 20
Internet TLD .eg
Fuso horário UTC +2

O Egipto (ou Egito, em árabe: مصر Misr / Másr) é um país localizado no Norte da África, às vezes descrito como parte do Oriente Médio.

[editar] Regiões

  • Cairo - inclui a capital do país e arredores, como Giza, Mênfis, Saqqara, Abusir e Dahshur.
  • Alexandria, no Mar Mediterrâneo
  • Baixo Egito, contendo a região do Delta, onde o rio Nilo encontra o Mar Mediterrâneo, no extremo norte do país
  • Médio Egito
  • Luxor - com seus templos incríveis e o Vale dos Reis
  • Alto Egito, uma faixa de cidades com diversos templos, localizada à beira do Nilo, entre Luxor e Assuão
  • Assuão - uma alternativa à Cairo e Luxor
  • Lago Nasser e Abu Simbel - dois grandes monumentos, um moderno e outro antigo
  • Oásis Ocidentais - cinco, ao todo, no meio do Deserto Ocidental, cada qual com suas atrações únicas e próprias
  • Costa do Mar Vermelho - com resorts luxuosos, mergulho e vida marinha
  • Sinai - península isolada, em terreno acidentado, com suas relíquias fascinantes do passado
Mapa do Egito

[editar] Cidades

  • Cairo - a capital do Egito e lar das pirâmides de Giza, do Museu Egípcio e de fabulosas construções de arquitetura islâmica
  • Alexandria - A janela egípcia para o Mediterrâneo
  • Assuão - com vistas espetaculares
  • Luxor - porta de entrada para o Vale dos Reis, entre outras atrações fabulosas
  • Siwa - uma cidade-oásis

[editar] Outros destinos

[editar] Entenda

A regularidade e a riqueza da cheia anual do Rio Nilo, aliada ao quase isolamento provocado pelos desertos a leste e oeste, permitiram o desenvolvimento de uma das maiores civilizações do mundo. Um reino unificado nasceu em 3200 a.C. e diversas dinastias governaram o Egito pelos 3 mil anos seguintes. A última dinastia genuinamente egípcia caiu diante dos persas em 341 a.C., e, em seu lugar, gregos, romanos e bizantinos governaram o país.

Entretanto, foram os árabes que introduziram o islamismo e a língua árabe no século 7 e controlaram o Egito pelos seis séculos seguintes. Uma casta militar local, os Maluks, tomaram o controle em 1250 e continuaram a governar o país até sua conquista pelos otomanos em 1517.

Depois da conclusão do canal de Suez em 1869, o Egito se tornou um importante ponto de convergência no transporte mundial, mas isso também gerou enormes dívidas. A fim de proteger obstinadamente seus investimentos, os britânicos tomaram o poder do país em 1882, mas permaneceram leais ao Império Otomano até 1914. Parcialmente independente da Grã-Bretanha em 1922, o Egito só adquiriu total soberania depois da 2ª Guerra Mundial.

A conclusão da barragem do alto Assuão em 1971, que teve como resultado o Lago Nasser, subtraiu o lugar de honra do rio Nilo na agricultura e na ecologia. O crescimento rápido da população (a maior no mundo árabe), a limitação das terras aráveis e a dependência do rio têm esgotado rapidamente seus recursos. O governo vem se esforçando para preparar a economia do século 21 por meio de reformas e investimentos maciços em comunicações e infra-estrutura.

[editar] Clima

O Egito possui um clima praticamente desértico, pois é uma extensão do Saara no norte da África. Os verões são secos e muito quentes e os invernos moderados - a melhor época para se visitar o país é entre novembro e janeiro. No vale do rio Nilo não chove. Então, tudo de que se precisa são óculos escuros, bloqueadores solares e e bons chapéus.

[editar] Feriados

Bancos, lojas e escritórios ficam fechados durante os seguintes feriados nacionais:

  • 7 de janeiro (Natal para os ortodoxos orientais)
  • 25 de abril (Dia da Libertação)
  • 1º de maio (Dia do Trabalho)
  • 23 de julho (Dia da Revolução)
  • 6 de Outubro (Dia das Forças Armadas)
  • Ramadã - o 9º mês do calendário islâmico, celebra a revelação do Alcorão feita por Deus a Maomé. A maior parte dos restaurantes só abre depois do pôr-do-sol e muitos serviços têm horário reduzido. Não é nada educado comer, beber e fumar em público durante o Ramadã.

Os transportes públicos podem ficar limitados durante os feriados.

[editar] Chegar

Brasileiros podem tirar visto de turismo ou negócios, para uma ou múltiplas entradas [1]:

  • Setor Consular da Embaixada do Egito em Brasília, tel (61) 3323-8800
  • Consulado Geral do Egito no Rio de Janeiro, tel. (21) 2554-6664 ou 2554-6318

[editar] De avião

Há muitos aeroportos internacionais no Egito, porém não há vôos do Brasil:

  • Aeroporto Internacional do Cairo, sede da empresa Egypt Air
  • Alexandria Nozha
  • Luxor International Airport

[editar] De barco

[editar] De carro

[editar] De autocarro/ônibus

Pode-se chegar ao Egito de ônibus a partir de Israel (de estações de ônibus em Jerusalém e Tel-Aviv) e Jordânia.

[editar] Circular

[editar] De avião

A rede de rotas domésticas é bem extensa e cobre a maioria das cidades egípcias. A empresa EgyptAir tem maior regularidade nos serviços e é a melhor opção antes de partir. As tarifas aplicadas são diferentes para locais e estrangeiros; mesmo assim, são relativamente baratos. Por exemplo, um vôo de ida-e-volta a Luxor sai por US$ 150. Reserve com antecedência pois os vôos lotam na alta estação. Em último caso, procure as agências de turismo locais.

[editar] De trem

A empresa estatal Egyptian National Railways [2] é proprietária de todas as linhas férreas do país. Os bilhetes podem ser comprados na maioria das grandes estações (às vezes, muita paciência é necessária!). A Estação Ramsés, no Cairo, possui muitas bilheterias para diferentes classes e destinos; pergunte aos locais se você está na fila certa. As passagens podem ser pagas em moeda local (libras egípcias), exceto para o Abela Egypt, que só aceita dólares, libras esterlinas e euros. Agências costumam cobrar uma taxa para fazer esse serviço, e o ideal é procurá-las com pelo menos um dia de antecedência. Exceto nos longos feriados, não costuma ser muito difícil conseguir um bilhete na primeira classe um dia antes ou no mesmo dia diretamente na estação; entretanto, prefira reservar os bilhetes com antecedência. É aconselhável viajar sempre na primeira classe, que é muito barata, já que a segunda é bastante inferior. Se você tiver que viajar na 2ª por falta de opção, faça um upgrade para a 1ª assim que possível: ocupe um banco vazio nesses vagões e pague a diferença, que vale a pena.

[editar] De táxi

Os táxis são seguros, baratos e um modo muito cômodo de passear. Entretanto, há muitos táxis falsos; por isso, verifique se eles têm o logotipo oficial na pintura. As cores oficiais são preto e branco no Cairo e azul e branco em Luxor. Em ambas cidades é muito melhor andar em táxis com o auxílio de um bom guia em vez de ônibus turísticos. Os taxímetos não são usados; a melhor política é perguntar no hotel, a pedestres ou policiais a tarifa entre dois pontos, e acertar o valor com o motorista antes da viagem.

Algumas tarifas razoáveis são 20 LE do centro do Cairo a Giza, 10 LE para uma corrida dentro da área central da cidade e 5 LE para uma corridinha. Esses preços já estão inflados por serem aplicados a turistas. Não pague em exagero! Táxis contratados por dia inteiro custam entre 100 e 200 LE, para longas excursões, como do Cairo a Saqqara e Dashur.

Geralmente os motoristas falam inglês e também servem de guias, mas também esperam ganhar uma gorgeta pelo trabalho extra. Às vezes é conveniente pegar o cartão de algum deles e chamá-lo sempre que necessário.

Táxis mais novos, na cor amarela e com ar-condicionado, usam taxímetro e podem ser parados tanto na rua como em pontos. São mais caros que os demais, mas são garantia de cobrar apenas o preço marcado.

[editar] De carro

A gasolina no país é muito barata, e se você alugar um carro saiba que é necessário ter mais de 25 anos para dirigir.

[editar] Veja

Os destaques para uma visita ao Egito são:

  • As Pirâmides
  • O Museu Egípcio
  • Os templos em Luxor e o lado ocidental do Nilo
  • O Vale dos Reis
  • Os templos de Abu Simbel

Outras atrações não-históricas:

  • Resorts no Mar Vermelho, como Hurghada e Sharm el-Sheikh, além de possuir alguns dos melhores lugares do mundo para mergulho.
  • Península e Monte Sinai
  • Os oásis
  • Alexandria, que além de locais históricos, teve sua Biblioteca recentemente remodelada e reinaugurada[3]

[editar] Fale

Árabe; o inglês é mais facilmente falado que o francês.

[editar] Compre

A moeda local é a Libra egípcia (EGP), dividida em 100 piastres. Localmente, abrevia-se LE ou £E. Em árabe a libra se chama gunaih (جنيه), e os piastres qirsh (قرش). Papéis-moeda vão desde 100 LE até 5 piastres (que não compram nada!), e as moedas existentes são de 50 piastres e 1 LE. Notas velhas não são um problema; por outro lado, trocar LEs fora do país é.

Em fevereiro de 2006:

$ US Dollar USD$1.00 = LE5.74 LE1.00 = USD$0.17
€ Euro €1.00 = LE6.82 LE1.00 = €0.15

O Egito é o paraíso dos compradores - sobretudo se você estiver interessado em lembranças com a temática egípcia, kitsch por excelência. Alguns itens são necessários, assim como a barganha. Os artigios mais populares são:

  • Antigüidades (réplicas, claro; o comércio de antigüidades no país é ilegal.)
  • Tapetes
  • Artigos de algodão
  • Machetaria, como tabuleiros de gamão
  • Jóias
  • Artigos de couro
  • Música
  • Papiro
  • Perfume
  • Sheeshas (como são conhecidos os Narguilês)
  • Temperos

[editar] Coma

A culinária egípcia é única: não muito condimentada e bem temperada com ervas. Para uma boa amostra da cozinha local, procure a rede de restaurantes Felfela, no Cairo; alguns visitantes, no entanto, já dizem que a comida ficou menos autêntica por causa do turismo.

Há depoimentos de que nas redondezas de Hurghada, uma peixaria próxima ao porto serve excelentes e inesquecíveis pratos à base de frutos do mar.

Tenha em mente que a higiene não segue os melhores padrões, mesmo nos hotéis 5 estrelas. O número de turistas com algum tipo de infecção alimentar é grande. Até que se assegure o contrário, recomenda-se levar algum medicamento para lidar com esse tipo de problema.

Pratos egípcios típicos:

  • Ful Medames, à base de fava cozida lentamente em panelas de cobre e parcial ou inteiramente amassada, com azeite, salsinha picada, cebola, alho e suco de limão, normalmente servido com pão egípcio (Baladi).
  • Falafel, conhecido localmente como Damiya: bolas de massa de grão-de-bico fritas.
  • Vegetais e folhas guarnecem os pratos
  • Shawarma, sanduíche também conhecido como Kebab ou churrasquinho grego.

[editar] Beba

[editar] Bebidas não-alcoólicas

  • Água mineral existe em toda parte, e as marcas mais famosas são Baraka, Nestle Pure Life, Hayat, Dasani, Evian - beba muita água para evitar desidratação.
  • Sucos são encontrados facilmente: kasab (garapa); erk soos; sobiia; tamer e alguns sucos de frutas frescas.

[editar] Bebidas alcoólicas

O Egito é predominantemente muçulmano e consequentemente bebidas alcóolicas são proibidas. No entanto, eles tendem a ser mais tolerantes com os não-muçulmanos e estrangeiros, e alguns deles também tomam uns tragos. Bebidas podem ser compradas facilmente nas grandes cidades e centros turísticos. Por outro lado, bebedeiras e badernas em público não são bem-vistas e podem dar cadeia. Se você quiser mesmo ficar bêbado, faça isso no hotel. Na verdade, é bem raro ver turistas bêbados, mesmo nas áreas mais turísticas.

Stella é uma cerveja comum no país. Entre os vinhos, destaca-se o Ptolemy.

[editar] Restrições ao álcool

Compadadas a maioria dos países islâmicos, as leis do Egito em relação ao álcool são liberais. Excetuando-se o mês do Ramadã, ele é amplamente disponível. Segundo a lei, nesse período, apenas estrangeiros podem comprar bebida, as quais são vendidas apenas em hotéis, bares e restaurantes freqüentados por estrangeiros. Alguns locais turísticos também deixam de vender bebidas no mês sagrado. Na lua cheia que precede o Ramadã a proibição é total.

[editar] Durma

O país conta com uma ampla rede de opções, desde hospedarias/albergues para mochileiros até hotéis cinco estrelas de redes internacionais.

[editar] Aprenda

[editar] Trabalhe

[editar] Segurança

O país é, em geral, seguro para os viajantes. Os egípcios são bastante amigáveis e tentarão sempre ajudar no que for possível. Porém, como em muitos países do Meio Oriente, grupos militantes esporadicamente alvejam grupos turísticos, com resultados trágicos. A mídia ocidental costuma exagerar sobre esses fatos. Brigas e assaltos são muito raros; o máximo que pode acontecer é ter uma carteira roubada.

[editar] Saúde

[editar] Respeite

  • Os trabalhadores em serviços esperam uma gorjeta (baksheesh, em árabe) depois do serviço.
  • Os homens costumam dar-se as mãos na rua; não se surpeenda se algum segurar a sua, ou mesmo o braço: isso é um costume local.
  • Os egípcios são conservadores: vista-se com prudência e não use roupas muito abusivas, pelo menos nas grandes cidades.

[editar] Mantenha contato

  • Serviços de roaming e GSM
  • Muitos cyber-cafés nas grandes cidades
  • Tem aumentado o número de locais com acesso wireless em cafeterias, restaurantes e lobbies de hotéis.
  • Embaixada do Brasil em Cairo [4]: 1125, Av. Corniche El-Nil - Maspero, tel. (20-2) 575-6938/576-1466 /577-3013; e-mail: brasemb@soficom.com.eg